Resenha: A Maldição da Moleira - Índigo - Maciel

Fala, galera!

Meu nome é Maciel T., e sou o mais novo blogueiro da equipe do blog, e vim também, compartilhar os meus livros favoritos com vocês! Também sou escritor, e muito em breve, meu livro, Rewrite, que já está a venda na Amazon e no Clube de Autores vai ser resenhado pela Lary aqui também!

Para fazer uma apresentação rápida: Meu nome é Maciel T., tenho 21 anos, sou do signo de Hamster (fofinho e todas as meninas adoram!). Faço faculdade de Pedagogia pela Unesp, e sonho em dar aula para crianças. Tenho um blog de listas na web, o Cinco Listas, onde volta e meia público também um ou outro número de stand-up (deu para ver o péssimo nível deles pelo Hamster, certo?) que eu faço. E agora, estou me envolvendo, como resenhista em mais esse projeto! Espero que gostem! Ah, sou grande fã de Rock, desde Rod Stewart a 30 Second to Mars, passando por Air Supply e Bonnie Tyler (Minha diva! *-*).



E a minha primeira resenha vai ser de um dos livros que mais marcou a minha infância e adolescência e claro, influenciou e muito meu jeito de escrever, que é "A Maldição da Moleira" da escritora brasileira Índigo!

Título: A Maldição da Moleira;
Autora: Índigo;
Ilustrações: Alê Abreu;
Editora: Moderna;
Edição: 1°;

Antes, um pequeno perfil da autora:


O nome verdadeiro dela é Ana Cristina Ayer de Oliveira. Ela possui 43 anos de idade, e faz aniversário, quase, mas bem quase no mesmo dia que eu! 29 e 27 de Agosto respectivamente! E as conhecidências não param por aí! Ela também nasceu quase, mas bem quase na mesma cidade que eu! Campinas e Araraquara respectivamente, ambas em São Paulo, e ficam praticamente lado a lado! Ela começou escrevendo contos para a internet (Que nem eu! *-*). Ela já esteve no Jô, já escreveu para a folhinha, parte destinada as crianças do jornal Folha de São Paulo, e já possui 24 livros públicados e sete participações em coletâneas (Te amo, Índigo! *-*).

Agora vamos ao livro: Levante a mão quem aí na platéia tem ou já teve recém nascidos na família! Já teve? Diga, é no mínimo agonizante ficar olhando para aquele botãosinho na cabecinha dele, a chamada moleira, ficar morrendo de curiosidade, por dois anos direto, e nunca apertar, não é? Sejamos sinceros! Todo mundo sem excessão nenhuma já teve essa vontade assassina de apertar a moleirinha de um bebê para ver o que acontece! E não adianta mentir que a gente vai saber!


Bem, digo-vos-lhe-ei (reparem na conjugação chique do verbo!) o que aconteceu com o pequeno Heitor, quando sua avó depois de suportar esta mesma curiosidade por mais de sete filhos, deu o pequeno apertão:

Ele ganhou consciência! Sim! Ele passou a ser capaz de perceber tudo aquilo que está a sua volta: Os gostos, as sensações, as cores, os cheiros, os objetos, enfim, tudo o que estava ali, e teve uma vontade enorme de explorar loucamente tudo como se o mundo fosse acabar amanhã!

E a partir daí, quem narrará o livro, é o próprio Heitor, com suas opiniões críticas e salgadíssimas sobre tudo acerca do universo dos bebês!
E nem os Telettubies escapam! Essa foi a primeira vez em que ouvi dizer que o Dinky Winky (para vosso conhecimento, é o gordo roxo) é gay e a Laa Laa (Amarela) é a perfeita personificação da loira burra:


"O Tinky Winky é o que todo mundo conhece. Ele é gay: pijama roxo. Assumiu num episódio em que vestiu um tutu rosa, pegou uma bolsa vermelha de velhinha inglesa e saiu rebolando pelas colinas. Ninguém precisou dizer nada. Mesmo quando ele não está vestido de mulher, ele chama atenção. É desengonçado, gordo e muito mais alto que o resto da turma. E por fim tem a Laa-Laa, que é a única que salva, não fosse pelo fato de ela ser meio burrinha. Teve um episódio em que surgiu uma corneta em Tubbieland, e LaaLaa se assustou, pois ela nunca tinha visto uma corneta na vida. Então Po mostrou como o instrumento funcionava. Mas Laa-Laa começou a tremer de medo. Ela não entendia como alguém pode soprar dentro de um objeto e emitir um som. Po foi paciente, e mostrou, umas vinte e cinco vezes, como a corneta funcionava. Daí Po dizia a palavra “corneta” e Laa-Laa repetia: “corneta”. Po soprava a corneta e Laa-Laa se assustava. Então Po dizia “corneta”, e Laa-Laa repetia.Isso durou uns dez minutos, aproximadamente. Eu, com quatro meses de idade e nenhuma capacidade de fala, estava a ponto de dizer “saxofone” para que aquilo chegasse ao fim. Tem dia em que eles me levam à loucura."



Guitarra, p#rra! kkkkkkkk
E imaginem vocês que essa é a visão crítica sobre os Telettubies de uma criança de dois anos! E detalhe: O título desse capítulo é: Minha Vida Íntima com Laa Laa! Não é bobo não esse menino! kkkkkk

Finalizando: É um livro épico, vindo de uma idéia original épica, de um autora épica finalizado com desenhos épicos! Recomendo fortemente a leitura!
Anotação mental: Avisar a minha namorada que esse é o filho que eu quero que ela me dê!

Até a próxima resenha!

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