11 de abr de 2014

{Xeretando} Entrevista com Marcelo Mússuri - Laryssa

Oi gente! Desculpem não ter aparecido por aqui como deveria, porém não estava em condições para tal.Perguntem a pobre criatura que é a Milena, eu queria tanto matar qualquer um que estivesse na minha frente quanto que me abraçassem e mimassem. Não me perguntem o porquê, ainda estou um pouco assim, todavia me controlando.

Talvez por causa desse estranho estado de espírito, hoje me senti inspirada a trabalhar no blog e ignorar que existem seres humanos ao meu redor, já que os meus mais queridos não se encontram. E nesse bateria de coisas a se por em dia, está a entrevista que fiz com o escritor Marcelo Mússuri, que gente, é muito, muito legal! Ele respondeu todos os meus contatos e perguntas, na maior boa vontade e não de forma mecânica, mas sim de maneira que me senti à vontade falando com ele.

Enfim, ele escreveu o livro "A Casa de Avis", primeiro volume da trilogia "Calicute". A responsável pela resenha foi a Keila, que o fez ainda em março e devido aos comentários positivos - e até um negativo que para mim, penso que contará pontos para a história, - o adquiri e estou me coçando para ler.
Espero que gostem das respostas do autor e das imagens com citações (as coloquei grandes por mero fato de estar com problemas na cor das citações devido a cor da letra, aí de lado ficou estranho e no meio também) que estarei colocando ao longo da postagem (links da origem logo abaixo dela ), para ilustrar. Nos falamos novamente no fim do post!

 1. Há quanto tempo escreve? Quando surgiu a pretensão de publicar suas histórias?
R: Acho que sempre quis ser um escritor, mas considerava esse sonho tão impossível, que só encontrei coragem para começar, quando nada mais me fazia feliz. Estou envolvido no projeto Calicute há quase três anos. Como é uma aventura histórica, precisei pesquisar bastante antes de começar a escrever.

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2. A trilogia “Calicute” é seu único projeto? Se não, quais os outros?
R: No momento eu estou envolvido na divulgação do primeiro livro da trilogia Calicute “A Casa de Avis” e na finalização do segundo livro, que deverá ser lançado no final desse ano, ou início do próximo. Já tenho na cabeça a ideia para uma nova aventura aguardando apenas a finalização dessa trilogia para começar a escrevê-la.     
                                                                           

3. Como foi o processo de escrita? Teve apoio? Desistiu em algum momento?
R: Muito apoio. Sem o incentivo que recebi da minha esposa, eu jamais teria tido a coragem de levar esse desafio adiante. Foi ela quem me convenceu de que esse sonho poderia se tornar realidade.  

Imagem: wallpaperhi.com
4. Você se vê em alguma de suas personagens ou em alguma das situações que criou?
R: Conscientemente não, até porque muitos deles atravessaram momentos tão difíceis que prefiro ficar no conforto da minha cadeira de trabalho. rsrsrs Mas escrevi uma cena no livro inspirado numa situação que a minha cunhada realmente vivenciou. Enquanto escrevo, procuro tentar sentir o que aquelas pessoas sentiram, claro que tomei a liberdade de transformar os meus personagens favoritos em pessoas ainda melhores do que provavelmente deveriam ter sido, e me encarreguei na mesma medida de construir vilões ainda piores, simplesmente porque nunca gostei deles.

“4.1. Acho que você me perguntaria alguma coisa do tipo: Qual?”
R: Na cena do ovo. Não posso detalhar mais para não estragar a surpresa de quem ainda vai ler o livro.

5. Você apoia, como escritor, leitor ou pessoa comum, algum projeto literário ou de outro tipo?
R: Sim! Recentemente participei do projeto da Sandra Alvarenga chamado Mãos Amigas e fiquei muito feliz com a oportunidade. Vou deixar o link para quem quiser colaborar também. (Bibliotecas do Brasil)

Imagem: wall.alphacoders.com
6. Como é a sensação de ter um livro publicado?
R: Um grande frio na barriga! rsrsrs Brincadeira... Escrever é um ato solitário, onde você dedica seu tempo e atenção para criar uma obra que toque seu leitor, e isso acaba gerando expectativa em relação ao resultado final (principalmente quando o livro já está ficando pronto). Mas quando finalmente você pode ver o seu sonho materializado naquelas páginas impressas, é pura satisfação.

7. Você se inspira em algum outro escritor? Como foi introduzido no meio literário?
R: Eu me inspiro em tudo que leio. Por isso, gosto de deixar papel e caneta sempre por perto.

8. Que gênero de livros lhe agrada? Como escolheu o tema do seu?
R: Eu leio praticamente tudo que alcanço. Mas os épicos são meus favoritos. Acho que não escolhi o tema, ele que me escolheu, porque eu sempre procurei uma aventura histórica ambientada à nossa realidade e que possuísse uma áurea Arturiana.  

Imagem: wallpaperhi.com
9. O que espera com seu livro, que tipo de repercussão imagina que terá?

R: Escrever é materializar a imaginação. Colocar no papel um mundo que antes de virar tinta é exclusivamente meu. É poder dividir meus sonhos com as pessoas e o efeito de interagir com quem compartilhou desse fantasia é simplesmente maravilhoso. 

10. Tem um livro/saga favorita? Se sim, qual é?
R: Tenho 2 livro bem diferentes, mas que gosto muito e quando me perguntam, eu costumo citá-los. Gabriela Cravo e Canela do Imortal Jorge Amado e Azincourt de Bernard Cornwell, mas hoje eu estou com vontade de inserir nessa lista Médicos de Homens e de Almas da Taylor Caldwell.

11. Você tem algum Hobby em particular? Poderia nos dizer?
R: Qualquer coisa que junte a minha família (que é bem grande, são 4 meninos) eu adoro. Além disso ler bastante, assistir um bom filme e cozinhar.
12. Você possui um ritual para ler ou escrever? Se sim, qual e se não, por quê?
R: Sim, eu gosto de começar ainda bem cedinho, de organizar minha mesa, conferir se está tudo limpinho (acho que sou um pouco metódico) e tomar uma xícara de cappuccino me deixam pronto para começar.

Imagem: wallpaperhi.com
13. Como você mesmo define seu livro?
R: Me esforcei para construir um livro emocionante. Carregado de uma grande história; onde o futuro de uma pequena nação e sua fanática ambição expansionista originariam no descobrimento da outra metade do mundo. Mas o livro também é edificado por pessoas simples, que se agarram a amizade, ao senso do dever e no otimismo genuíno para viverem a maior aventura de sua época.

14. Como se sente sendo entrevistado? 
R: É uma sensação nova e muito gostosa, principalmente porque estou tendo a oportunidade de falar um pouquinho de mim e não só do livro.   
15. O que acha da ideia de um blog literário? Acha que a parceria será uma coisa boa?

R: Acho sensacional! Vocês fazem um trabalho indispensável para a divulgação das obras literárias e esse apoio é extremamente importante. Outro ponto fundamental são as resenhas; essa primeira crítica serve como termômetro para o escritor avaliar como será a recepção da sua obra. 


E aqui estamos! Deixe nos comentários alguma semelhança sua com  autor, o que concluiu sobre ele, se já leu o livro e afins, não seja tímido (como eu)! Nos vemos logo mais (caso eu não esteja ácida -_-)! Beijos e boas leituras!

2 comentários:

  1. Adoro entrevistas com autores, é sempre interessante, gostei muito dessa ^.^
    Uau, o autor tem 4 meninos, família grande mesmo!

    memorias-de-leitura.blogspot.com

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  2. Este livro está na minha lista para este ano! Adorei o post! Abraço!
    http://caixinhadadea.blogspot.com

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Olá leitor!!!
Obrigada por dividir sua opinião :*
Saiba que seu comentário muito provavelmente vai me deixar (Laryssa) pulando de alegria (literalmente, sou beeeeem exagerada :p).
Se você quiser que ele seja respondido, deixe um link, caso contrário, eu o responderei aqui mesmo no blog, tudo na medida do possível.
Beijoooooos *-*

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