Só não falta ele (Parte I) - Priscila.

Oi gente, tudo bom? Como a Lary tinha comentado lá no blog, eu estava escrevendo um texto romântico. Na verdade, eu já tinha escrito um - no caso esse que vou postar -, mas eu tinha feito uma continuação e não achava de maneira alguma, porém essa semana, arrumando os livros, eu acabei o encontrando dentro de "A menina de roubava livros". (coincidência hein?)
Se vocês gostarem dessa primeira parte do texto, eu posto a segunda, certo?
Então vamos lá.


Só não falta ele (Parte I)
"Acordar com uma chuva gostosa de Novembro é tudo o que eu precisava. Tempo fresco, úmido e confortável. Um dia perfeita para sentir o amor.
O dia passou como um furacão, e quando dei-me conta já era hora de ir ao parque, para, finalmente vê-lo. Fiquei mais alguns minutos me encarando diante o espelho, meu estado já passava de ansiedade, faltava-me ar dentre os pulmões e eu começava a achar que estava entrando em algum tipo de transe… Até que desperto, com o grande relógio da cidade á apontar 17:00h, faltando apenas 2 horas para o tão esperado momento.
Andar, mesmo que seja até o ônibus se tornou difícil. Minhas pernas estão a fraquejar a cada passo em direção ao tão aguardado momento. “Quem poderia imaginar que a nossa felicidade moraria tão longe? Quem pode jurar que as coisas difíceis sempre dão certo? Quem pode me certificar que iria ter as respostas com um abraço, um beijo ou um toque? Quem?” 
Duas horas depois…
O parque nunca esteve tão deserto e tão bonito como hoje. Parece que jogaram um mar de felicidade sobre a natureza esta noite. As lâmpadas estão a refletir as gotas que ainda restam nas folhas, e o azul-perolado do céu me faz flutuar junto dos meus pensamentos mais profundos. Acomodo-me em um banco de madeira em frente a uma grande árvore de amoras que deixava no ar um forte aroma adocicado. “Será que o perfume dele seria tão doce e suave desta maneira, ou um mais forte e impactante? Ou, talvez, ele nem precise de perfume. Como serão os dedos dele? Frios? Quentes? Será que ele estará nervoso? Tremendo? Talvez seja fácil pra ele, ou não…”
Meus pensamentos são interrompidos por uma mão sobre meu ombro. E o medo de virar toma-me e eu estremeço, e eu viro e amoleço, eu levanto e quase caio. Eu simplesmente não mais sei respirar, e falta céu, falta luz e falta ar. E falta todo o conteúdo que alguém preciso para viver… E única coisa que não faltava agora era ele."

 Essa é a primeira parte. Sei que tem gente que vai achar meloso, mas é mesmo, hahaha.
Eu gosto da segunda parte. Se vocês gostarem da primeira, comentem, que semana que vem posto a outra.
Um beijo e boas leituras.

Comentários

  1. Gostei haha Quero saber o resto, sua ruim que fica postando só uma parte :P zoa rs
    http://coisasdebelaa.blogspot.com.br/

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    1. Que bom que gostou.
      É pra dar mais emoção na história, kkkkkkkkkkk.
      As pessoas ficam curiosas :p
      Um beijo.

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  2. Posta a segunda parte por favor.Estou louca para ver,e por mais meloso que seja,tah lindo.

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  3. Texto bacana Priscila, atencioso aos diversos sentidos que uma garota tem, quando esta sendo guiada pela ansiedade. aguardando a segunda parte. ^^

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  4. É realmente engraçada essa sensação que temos ao andar, falar e fazer coisas comuns quando estamos nessa situação. Sim eu disse TEMOS. Se acha que é comum apenas em garotas, ter essa sensação que é tão boa e ao mesmo tempo tão aterrorizante, está enganada. Creio que quando um homem seja lá qual for sua idade quando gosta realmente de uma mulher tem sim esse tipo de sensação. Adoro essa forma de escrever, em que o narrador participa ativamente da história, meus textos são feitos basicamente dessa forma, rs.. Estou indo IMEDIATAMENTE ler a segunda parte :D

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    1. Ah. Eu fico feliz em ler essas coisas *-*

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    2. Ah. Eu fico feliz em ler essas coisas *-*

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